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A introdução do Robô Américo no setor da limpeza

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A introdução do robô Américo no setor da limpeza, iniciada nesta semana no Hospital Leforte Morumbi, representa um importante avanço no apoio às atividades do setor de Hotelaria Hospitalar. Essa inovação tecnológica chega para somar esforços às equipes, contribuindo para a otimização dos processos de higienização e garantindo ainda mais eficiência na manutenção dos ambientes. O robô Américo atua de forma automatizada, realizando a limpeza de áreas previamente programadas com precisão e constância, o que permite à equipe direcionar maior atenção a tarefas que exigem cuidado humano e detalhamento. Além disso, a utilização dessa tecnologia reforça o compromisso da instituição com a modernização, a segurança e a qualidade dos serviços prestados. A iniciativa também contribui para a padronização dos procedimentos de limpeza, reduzindo falhas e aumentando a produtividade, sem substituir o trabalho essencial dos profissionais, mas sim atuando como um importante aliado no dia a dia. Com essa i...

Teoria da Evolução ?

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  A evolução da limpeza profissional - os impactos no mercado de trabalho e na sociedade - Galera Do Subsolo Se a gente olhar para trás, dá pra ver claramente o quanto a limpeza profissional evoluiu — e continua evoluindo, será?! Um fato - saímos do trabalho totalmente manual para equipamentos modernos e agora máquinas autônomas, que representam o novo passo nessa jornada. Mas essa evolução não é só sobre tecnologia. Ela é sobre gente... Num cenário em que falta mão de obra e com alta rotatividade, a mecanização vem como uma resposta inteligente: 🔹 Reduz o esforço físico das equipes (qualidade de vida e auto estima) 🔹 Aumenta a produtividade e a eficiência operacional 🔹 Melhora a qualidade da entrega 🔹 Diminui o absenteísmo e o turnover 🔹 Reduz tempo, insumos e custos operacionais A mecanização não substitui pessoas, ponto! Mas, ela potencializa o trabalho humano e garante que o serviço continue acontecendo mesmo diante dos desafios geracionais e sociais. Estamos falando...

Contra Todas as Probabilidades, Morrer não é normal , Nem em um hospital.

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@artigo de   Jaíne Diandra   Nem em um hospital. Muito menos em um hospital. Hospital é lugar de vigilância constante da vida, não de resignação diante da perda.  Hospitais existem para tensionar o limite da vida, não para acomodar a morte.  Enquanto parte da sociedade mantém o imaginário de que hospitais são lugares onde se vai para morrer, o país se depara com um choque: profissionais de enfermagem matando pacientes dentro de uma instituição de saúde. Teriam imaginado que ali toda morte passaria sem rastro? Que não haveria suspeita? Que terrível impressão a sociedade obtém dos hospitais… Que tragédia instalar na mente das pessoas o hospital como ante-sala da morte.  Queremos cuidar, proteger, consolar e confortar. Mas a marca que esses três criminosos deixam é um recorte sob um holofote que causa ainda mais assombro, mesmo não representando a totalidade. Vamos ao que preconizamos: em um hospital, toda morte é sinal rastreável. Quem atua nesse ambiente é treina...

Gestão de Leitos: quando pessoas, processos e tecnologia sustentam a eficiência hospitalar

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artigo de Mario Picouto Sou enfermeiro, formado desde 2010. Por coincidência do início da minha trajetória, atuei no Centro Cirúrgico, onde, na prática, vivi o quanto a disponibilidade do leito no tempo certo impacta diretamente cirurgias, fluxo assistencial, pressão sobre equipes e, principalmente, a experiência do paciente. Com o tempo, me especializei em Facilities, ampliando minha visão sobre tudo o que acontece por trás da assistência. Hoje, atuando como gestor e executivo, enxergo a Gestão de Leitos como aquilo que ela realmente é: 👉 um processo estratégico, multidisciplinar e essencial para a performance do hospital. A Gestão de Leitos integra, no mesmo fluxo: • Enfermagem e equipe assistencial • Higienização e hotelaria hospitalar • Manutenção predial • Rouparia e camareiras • Engenharia clínica • Tecnologia da informação • Central de leitos e gestão de vagas No final, o que o paciente vê é simples: um leito limpo, seguro e disponível no momento certo. Mas, por trás dis...

Novembro Azul: diminuir o preconceito do diagnóstico é essencial para a cura

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O Novembro Azul nasceu na Austrália, em 2003, sob o nome  Movember , uma junção das palavras  moustac he  (bigode) e  November  (novembro). Homens deixavam o bigode crescer como símbolo de apoio à causa e incentivo à conversa sobre prevenção. E é justamente nas barbearias que o  Instituto de Oncologia do Paraná (IOP) irá passar a mensagem do diagnóstico precoce aos homens.   Durante o mês de novembro, os clientes que forem fazer a barba ou cortar o cabelo em algumas barbearias de Curitiba (PR), serão vestidos com um avental personalizado do IOP, com a mensagem “A prevenção também é um reflexo de cuidado”, escrita de forma invertida, para ser lida diretamente no espelho. A ação busca despertar o olhar para si mesmo e reforçar a importância do autocuidado no dia a dia.   O objetivo é estimular o diagnóstico precoce e a prevenção do câncer de próstata, convidando à reflexão sobre a saúde masculina e a quebra de tabus que ainda afastam muitos homens d...