Limite máximo para um leito parado na manutenção ?


artigo do Professor Roberto Farias

É possível Conciliar a manutenção com a hotelaria para reduzir os bloqueios dos leitos?

Fato: Taxa de 5% de bloqueio ao mês para algum tipo de manutenção predial. 
Resultado imediato: redução da Taxa de 5% para até 1% (máximo) ao mês.

Como foi feito?
Durante um entrevista para uma consultoria em hotelaria hospitalar, surgiu a seguinte pergunta do diretor: 

Manutenção também é parte da hotelaria?
Respondi: As reclamações de clientes por ar condicionados que não esfriam, TVs que não sintonizam, cortinas que não fecham ou abrem, chuveiros com pouca água, luzes que não acendem ou caixas de luz com espelhos quebrados e expondo fios etc. provocam inconvenientes que marcam a expectativa do cliente (reclamações e insatisfações), e custos para o hospital.

Os Custo estão na necessidade de transferências indevidas que provocam limpeza extra, desperdícios pela troca do enxoval etc. além é claro do impacto no NPS.

Ao informar sobre a conexão da hotelaria com a manutenção, ganhei a oportunidade de fazer a gestão da hotelaria compartilhada com a manutenção.


A primeira conversa com a manutenção trás a dificuldade da realização dessas correções prediais por conta da necessidade do leito, nunca estão liberados para bloquear.


É normal um conflito entre a gestão do leito com manutenção para que exista o bloqueio do leito.

A diretoria passou a seguinte demanda:
Preciso dar um limite máximo para um leito parado na manutenção.

O que foi feito?
Um leito fica pelo menos 60 minutos parado para limpeza terminal. Vamos Aproveitar esse tempo já parado. Trouxe pra hotelaria um profissional “coringa” de manutenção (não mexemos no plantonista) que entrava no leito com o time de limpeza terminal fazendo os pequenos reparos. A supervisão da hotelaria faz o acompanhamento e finalização com o check list de outras necessitadas prediais pra programar o bloqueio, se necessário.

O que fizemos: integração da manutenção predial preventiva durante a limpeza terminal.

Isso pode ser realizado, desde que não interfira na desinfecção e preparação dos espaços para receberem novos pacientes. Isso inclui inspeções visuais, verificação de sistemas básicos (elétricos, hidráulicos, etc.), troca de lâmpadas, checagem de extintores de incêndio, entre outras ações simples e rápidas que não comprometam a higienização profunda e essencial dos ambientes hospitalares.

Esses reparos podem incluir carpintaria, elétrica, hidráulica, vidraçaria etc.

É importante conciliar as necessidades de manutenção preventiva com os protocolos de limpeza hospitalar, garantindo a segurança e a funcionalidade dos espaços.

Como, na prática temos resultados positivos?
A disponibilidade da manutenção e um excelente planejamento da hotelaria é o caminho. A tecnologia na gestão de leitos é essencial(Voice Technology) para que os resultados possam ser alcançados com sucesso.

É pensar num modelo #PITSTOP para a manutenção.

A hotelaria necessita da previsão de altas para poder gerar antecipação das necessidades dos serviços.

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